SUP trip: Gustavo Costa faz a mala em Puerto


 
Gustavo Costa, Puerto Escondido.
A caminho de Puerto Escondido.
Gustavo Costa, Puerto Escondido.
Gustavo Costa, Puerto Escondido.
Sabores de Puerto Escondido.
Gustavo Costa e Angel Salinas.
Gustavo Costa, Puerto Escondido.
Gustavo Costa, Puerto Escondido.
Gustavo Costa, Puerto Escondido.
Gustavo Costa, Puerto Escondido.
Gustavo Costa, Puerto Escondido.
Gustavo Costa, Puerto Escondido.
Gustavo Costa, Puerto Escondido.
Gustavo Costa, Puerto Escondido.
Gustavo Costa, Puerto Escondido.
Gustavo Costa, Puerto Escondido.
Gustavo Costa, Puerto Escondido.
Gustavo Costa, Puerto Escondido.
  • Gustavo Costa, Puerto Escondido.
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Gustavo Costa, Puerto Escondido, México 2012. Foto: Angel Salinas

Atleta de elite do SUP race brasileiro, o baiano Gustavo Costa, o "Kombi", também manda muito bem no surfe de pranchinha e no SUP wave. Em sua recente viagem às tubulares ondas Puerto Escondido, Zicatela, México, ele fez a mala surfando de SUP e de pranchinha. Confira o relato!

Por Gustavo Costa

Depois de quatro anos seguidos indo direto para o norte do Peru, em busca de ondas extensas para o SUP e o kitesurf, desta vez resolvi realizar o sonho de conhecer o México. Mais precisamente, os famosos tubos de Puerto Escondido! 

Alguns amigos já tinham me falado do power das ondas mexicanas, povo hospitaleiro, água caliente, e preços em conta. Por isso, resolvi aceitar o convite do meu amigo Luciano Dubimba, que estava indo para a terceira temporada em Puerto Escondido. 

Na primeira semana de junho consegui uma trégua de uma semana no trabalho e comprei a passagem de um voo recém lançado por uma Cia brasileira, que sai direto de São Paulo para Ciudad do Mexico. Após 9 h no avião, aterrissei no fim do dia, na capital do México e, após pernoite, peguei um voo interno direto, co duração de uma para Puerto Escondido. No dia seguinte, às 11h da manha já estava surfando. 

Gustavo Costa e Angel Salinas. Foto: arquivo pessoal.

Levei um SUP 8’4”, e duas pranchinhas. No primeiro dia o mar estava pesado com dois metros e meio na série e resolvi cair com minha pranchinha 7’2”. Senti dificuldade de entrar nas ondas, fato normal para quem sai do Brasil e chega nesse lugar de ondas extremamente fortes e tubulares. Nosso corpo demora até quatro dias pra começar a se habituar ao power mexicano. 

Como venho remando direto de SUP nesses três últimos anos, seja no surfe, race ou pesca, resolvi fazer a primeira queda com o Stand Up Paddle no segundo dia, quando as ondas diminuiram um pouco e a condição ficou mais propícia. Confesso que tive mais facilidade de entrar na onda de SUP do que pranchinha, já que o ângulo de visão no SUP é mais vantajoso e nos leva a um posicionamento melhor. Além disso, com o mar liso fica mais fácil entrar na onda, já que a remada é mais versátil. O tubo é a manobra mais desejada por todos e de SUP fica mais difícil de se realizar, já que o tamanho da prancha é o maior empecilho - o que garante uma boa adrenalina na busca pela luz no fim do túnel. O retorno ao outside é outro desafio que só é permitido nos rápidos intervalos entre as séries, coisa que nem sempre dá certo. 

Quando o mar realmente sobe, tem-se a opção de entrar com segurança pelo porto, e remar até o pico. Nesse caso, após pegar a onda, dificilmente se entrará novamente. O melhor é sair e andar uns 500m até o Porto pra entrar de novo. 

GALERIA DE FOTOS

Ficamos hospedados em uma das pousadas localizadas defronte ao pico, com ótimo preço e vista para o mar. A alimentação também tem varias opções, com destaque para as comidas típicas como ‘taco’, ‘burritos’, etc. 

Tive o prazer de conhecer Angel Salinas, que é o pioneiro do SUP no México. Excelente fotógrafo e bastante conhecido por surfar, usando as mascaras tradicionais Mexicanas. É facil encontrá-lo no outside, pegando as maiores de SUP, já que revela ter aposentado o longboard e a pranchinha. Em Setembro será realizado mais uma edição do tradicional campeonato de SUP nas ondas de Puerto Escondido, somente para 16 convidados, organizado pelo legend. 

Kombi a caminho de mais um tudo. Foto: Miguel

Fato comum numa surf trip, os perrengues que sempre acontecem: na última noite, ocorreu a passagem do furacão Carlotta, que mesmo passando a 6km de distancia, no oceano, causou um grande estrago na Vila de Puerto Escondido. Graças ás Deus, depois do grande susto de ter presenciado de perto a fúria do Furacão, o saldo foi somente o prejuízo para a reconstrução das casas avariadas, mas sem registro de mortos. 

Tive sorte de voltar com meu SUP inteiro e, numa viagem dessas, é bom se ter um SUP reserva, pois em Puerto é raro quem não tem a prancha partida. 

Mas, se quebrar, é lá que vive um dos melhores consertadores de prancha do mundo, o Miguel Ramirez. Além de ser rápido e barato, o conserto dele fica praticamente perfeito! 

Aloha!

 

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