Mundial de SUP da ISA define primeiros medalhistas


 
Poenaiki Raioha apresentou um SUP surfe de alto nível para garantir o ouro ao Taiti. Foto: Rommel Gonzales
Emmy Merrill garante o ouro aos Estados Unidos. Foto: Michael Tweddle
Carlos Bahia surfou muito bem, mas faltou ao carismático local de Maresias (SP) uma onda mais forte. Foto: Michael Tweddle
Nicole Pacelli (SP) por pouco não garante uma vaga na final feminino. Foto: Michael Tweddle
O capixaba Lucas Medeiros fez uma ótima estreia no Mundial da ISA. Foto: Michael Tweddle
  • Poenaiki Raioha apresentou um SUP surfe de alto nível para garantir o ouro ao Taiti. Foto: Rommel Gonzales
  • Emmy Merrill garante o ouro aos Estados Unidos. Foto: Michael Tweddle
  • Carlos Bahia surfou muito bem, mas faltou ao carismático local de Maresias (SP) uma onda mais forte. Foto: Michael Tweddle
  • Nicole Pacelli (SP) por pouco não garante uma vaga na final feminino. Foto: Michael Tweddle
  • O capixaba Lucas Medeiros fez uma ótima estreia no Mundial da ISA. Foto: Michael Tweddle

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Emmy Merrill, dos Estados Unidos e Poenaki Raioha, do Taiti, conquistaram as primeiras medalhas de ouro do ISA World StandUp Paddle and Paddleboard Championship, que realiza sua terceira edição tendo a Nicaragua como país sede.

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A finalíssima do masculino foi de alto nível, mas o taitiano Poenaki estava inspirado. Ele demorou para entrar no jogo, mas quando entrou foi de forma arrasadora. Suas duas primeiras ondas foram um 8,57 e, em seguida, um 8,93, mantendo-se na liderança. Jackson Close (AUS), no entanto, jogava duro, com um 8,17 e um 6,00 entre suas ondas mais fortes, enquanto Antoine Delpero (FRA) e Sean Poynter (EUA) cairam em combinação. Este quadro se manteve até o final da bateria.

Entre as mulheres, Merrill escolheu muito bem suas ondas surfando com radicalidade e arricando manobras fortes, que para sua sorte, foram bem executadas. Caroline Angibaud, da França, uma das favoritas desde o início da competição, por pouco não tira o ouro da norte-americana, mas a faltou à francesa uma onda mais forte. Shakira Westdorp, da Australia ficou com o bronze e, assim como Emmy, foi apontada como uma das grandes revelções do evento. Iballa Ruano (ESP) acabou sendo penalizada com uma interferência logo no início da bateria e ficou com a medalha de cobre.

Os brasileiros Carlos Bahia, Nicole Pacelli e Lucas medeiros surfaram muito bem durante to o evento e pararam, respectivamente, na final e semifinal da repescagem. Lucas, parou na semifinal da repescagem em disputa contra Sean Poynter (EUA), Justing Bing (AFS) e seu conterraneo Carlos Bahia, que avançou para a final juntamente com Poynter. Os dois primeiros colocados da final da repescagem ganhariam uma vaga na finalíssima.

Bahia surfou muito bem e com garra, mas lhe faltou uma onda com mais tamanho força e o carismatico local de Maresias, no litoral norte de SP encerrou sua participação na quarta colocação da bateria, vencida por Sean Poynter, com Jackson Close (AUS) em segundo e Jeremy Massiere (FRA), em terceiro.

Nicole Pacelli, que foi medalhista de ouro em 2013, não encontrou seu melhor surf na final da repescagem e se ainda se envolveu em uma situação de interfência surfando a mesma onda que a sua adversária Brisa Malaga, do Peru. Felizmente, os juizes entenderam que a interferência foi da peruana. Mas, ainda assim, Nicole não conseguiu superar Iballa Ruano (ESP) que avançou em primeiro e Shakira Westdorp (AUS), segunda colocada.

 

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